O setor imobiliário continua otimista em relação à execução do programa
habitacional "Minha Casa, Minha Vida", demonstrando interesse em
participar não só da produção para a faixa de renda de três a dez
salários mínimos, mas também para o segmento de até três salários
mínimos. Isso apesar de considerar que, em quase três meses do pacote,
a velocidade de aprovação dos projetos pela Caixa Econômica Federal
ficou abaixo da esperada.
"É tudo muito novo, num volume que nunca foi avaliado pela engenharia
e pela área jurídica da Caixa.
A estimativa da CBIC considera o potencial de 309 mil unidades dos
projetos que 11 empresas de maior porte informaram ao governo que
produzirão nos moldes do programa e a produção estimada pelas
construtoras com foco em habitação social cadastradas na Caixa.
Construtoras demonstram interesse pela baixa renda - Economia - Estadão.com.br.

